Nini Satar apresenta todos comprovativos da sua inocência

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O empresário Moçambicano Momade Assife Abdul Satar mais conhecido por Nini Satar usou a sua conta oficial de facebook para mandar várias farpas ao senhor
Ex. Procurador Geral da Republica de Moçambique Augusto Raul Paulino, e para  a provar a sua inocência sobre caso Carlos Cardoso.
Confira o post abaixo
e os respectivos anexos.
JUSTIÇA PUTREFACTA
Nini Satar
“Três coisas devem ser feitas por um juiz: ouvir
atentamente, considerar sobriamente e decidir imparcialmente”
É verdade irrefutável que, em Moçambique, 99 por cento
das pessoas falam mal do judiciário. A nossa justiça é tão moribunda que alguns
já chamam Moçambique de República das Bananas. Isto acontece porque o
judiciário está prenhe de juízes corruptos, ambiciosos e gananciosos que olham
só para o seu umbigo enquanto o nome de Moçambique é jogado na lama, na podridão.
No post anterior eu disse que o juiz que julgou o “Caso
Carlos Cardoso”, o Augusto Raul Paulino, é ambicioso, ganancioso e, acima de
tudo, ladrão. Por estar concentrado no seu umbigo, condenou pessoas inocentes
para ganhar um lugar de destaque e ser bem-visto pelos camaradas. Augusto
Paulino nunca tinha julgado um processo-crime, foi conduzido à secção criminal
por indicação dos seus superiores hierárquicos do Tribunal Supremo, que o
queriam como marionete na 10ª Secção, exactamente para condenar pessoas
inocentes, deixando de lado os verdadeiros culpados.
É verdade que determinadas pessoas ainda julgam que
Carlos Cardoso foi assassinado por causa do “Caso BCM”. Isto não é e jamais foi
verdade. A fraude ao BCM despoletou em 1996. Portanto, em 1998, o processo já
estava acusado e entregue ao competente tribunal. Isto significa que qualquer
coisa que Carlos Cardoso viesse a escrever sobre a fraude jamais seria
obstáculo para os arguidos do “Caso BCM”.Carlos Cardoso foi assassinado em
Novembro de 2000.
Durante o julgamento do “Caso Carlos Cardoso”, Nyimpine
Chissano confessou com as seguintes palavras diante do juiz Paulino: “Os
artigos de Carlos Cardoso afectavam a mim, à minha esposa, minha mãe, meu pai,
aos meus irmãos, meus avos e ao meu bebé que ainda está no ventre da minha
esposa.”
Carlos Cardoso, no seu trabalho investigativo, escreveu
dezenas de artigos jornalísticos que atacavam abertamente a família Chissano e,
particularmente, Nyimpine Chissano, o dito empresário de sucesso. Durante o
julgamento do “Caso Carlos Cardoso”, Manuel Escurinho e Carlitos Rachide,
atiradores confessos, disseram ao juiz Paulino que o mandante do assassinato do
jornalista Carlos Cardoso era Nyimpine Chissano. Ademais, confessaram que
participaram em pelo menos três encontros havidos entre Nyimpine Chissano e
Anibalzinho, quando Nyimpine estava a entregar dinheiro a Anibalzinho. Para não
deixarem dúvidas ao juiz, disseram ainda que Nyimpine, num desses encontros,
conduzia um Mercedez de matrícula ND e o encontro foi na zona do Miradouro.
Mas o juiz corrupto, ganancioso, ambicioso e ladrão,
chamado Paulino, não considerou isto relevante porque havia sido orientado
pelos seus superiores hierárquicos para fazer ouvidos de mercador a argumentos
que pusessem em questão a figura do filho do Presidente da República. Augusto
Paulino tinha que se concentrar em condenar Nini Satar, Ayob Abdul Satar e
Vicente Ramaya, porque ao não condenar os três monhés, o povo moçambicano
exigiria a condenação de Nyimpine, coisa que não podia acontecer por ser este
filho de Joaquim Chissano, Presidente da República na época.
Esta orientação, Paulino recebeu dos juízes-conselheiros
do Tribunal Supremo, nomeadamente Luís Mondlane, Luís Sacramento, Mário
Mangaze, João Trindade e Norberto Carrilho, porque queriam continuar com as
benesses que tinham enquanto juízes activos, facto que deixaria de ser se,
porventura, condenassem o filho do Presidente da República.
Para os que assistiram os julgamento do “Caso Carlos
Cardoso”- os mais novos podem perguntar aos mais velhos- , ouve um episódio
interessante num dia de sexta-feira. Foi no dia do depoimento de Maria Cândida
Cossa, como declarante. Começou por fornecer ao juiz, como é de praxe, os seus
dados pessoais. Entretanto, quando ia entornar o caldo, isto é, dizer quem é
efectivamente Nyimpine Chissano, o juiz Paulino teve ataques de pânico. Vejam
que Cândida Cossa até chegou a dizer que Nyimpine estava na iminência de ser
preso na África do Sul por causa de burlas. Paulino, o ladrão, ficou perplexo
nos segundos imediatos. Ao recobrar os sentidos, disse que se tinha que
interromper o julgamento. Isto gerou uma grande polvorosa no seio dos
assistentes ao julgamento e dos próprios intervenientes processuais.
Porquê interromper o julgamento quando Cândida Cossa
queria desvendar quem era, efectivamente, Nyimpine Chissano? Mas cara sem
vergonha de Augusto Paulino, utilizou um falível argumento de que era tarde.
Tarde 16 horas? Questionou um dos advogados de defesa, Domingos Arouca. E
argumentou mais: Cândida Cossa era uma declarante-chave do processo a sua
contribuição era importante. Simeão Cuamba, também advogado de defesa, disse
que se devia deixar Cândida Cossa falar a vontade porque o que estava a dizer
sobre Nyimpine Chissano ajudava a clarificar muita coisa no processo. Abdul
Gani, também advogado de defesa, disse que houve dias que saímos do julgamento
por volta das 17, pelo que não havia razão de interromper às 16 horas. Mas como
Paulino tinha a faca e o queijo nas mãos, mandou interromper o julgamento.
Já na segunda-feira, quando o julgamento foi retomado,
Cândida Cossa vinha com um discurso diferente com o da sexta-feira. Era notório
que ela, durante o fim-de-semana, foi muito bem industriada. Fizeram a sua
cabeça. Perante tais factos, nada havia a fazer a não ser ouvir o que ela tinha
a dizer. Todavia, neste mundo Deus fez todo o tipo de pessoas. Existem os
gananciosos, ambiciosos e ladrões como o Paulino, e os temente a Deus, como é o
caso da própria Cândida Cossa. Foi por isso que se arrependeu de ter faltado a
verdade ao tribunal e por sua própria iniciativa, dirigiu-se à Procuradoria da
Cidade de Maputo para dar o dito por não dito, conforme a carta que vem em anexo
neste post.
MALANDRICES DE PAULINO
Cândida Cossa fez a sua confissão de arrependimento na
Procuradoria e esta mandou-a para o processo Carlos Cardoso, enquanto ainda
decorria o julgamento. Como podem ver no anexo 1 na parte superior direita
aparece a rubrica de Paulino e a data de 13 de Janeiro de 2003. Mas porque
Paulino, como disse antes e digo-o agora, é um ladrão e malabarista, viu que
aquele documento prejudicava Nyimpine Chissano, escondeu-o na sua gaveta e só
veio a tirá-lo depois da leitura da sentença condenatória. Vejam, meus caros,
até que ponto vai a malandrice do juiz Paulino, um criminoso por tendência que
subiu na vida por condenar inocentes.
PORQUÊ PAULINO ESCONDEU A CONFISSÃO?
O juiz Paulino escondeu a confissão de Cândida Cossa
porque tinha medo que os advogados de defesa poderiam pedir uma acareação entre
Nyimpine Chissano, Maló, Cândida Cossa e Manhenge. Vejam até que ponto o
Nyimpine tinha o juiz, o ministro do Interior, Comdante-geral da PRM,
juízes-conselheiros, em mãos. É isto um país sério? A justiça não foi feita
para servir interesses particulares, mas, sim, a todos. O Ministério Público
neste país bandeou-se para o lado dos corruptos, dos ladrões e de toda a
escumalha que enriquece às custas do povo. É por isso que juízes como Paulino
são aplaudidos, quando de competência não têm nada. Roubam e vestem-se de togas
para acusar inocentes. Até quando Moçambique?
Se eu, Nini Satar, fosse criminoso como o Paulino disse
durante o julgamento do “Caso Carlos Cardoso”, é nessas alturas que lhe havia
de dar três tiros na cabeça e levava o seu corpo ao zoológico para ser comido
por crocodilos. Mas como não sou esse tal assassino, prefiro assassiná-lo com a
minha escrita. Prefiro desvendar com a minha escrita todos os contornos do
julgamento do processo Carlos Cardoso, mesmo que isso dure dez anos, até que
ele, o Paulino, peça desculpas publicamente a mim, a sociedade civil
moçambicana e aos filhos do jornalista Carlos Cardoso por nos ter ludibriado
durante 14 anos. Também apelo aos juízes-conselheiros acima referidos que
aceitem os seus erros publicamente. Caso não o façam, tenho tanta matéria
contra eles (podres) que acabarão se suicidando. Se eles fingiam que faziam a
justiça, eu, Nini Satar, lhes vou mostrar que a verdadeira justiça faz-se sem
ludibriar a ninguém. Sem pensar em ganhos pessoais, mas, sim, servir a nação. É
isso que se espera (va) daqueles magistrados. Não de um bando de aldrabões que
castigam o povo para o seu deleite. Eis na íntegra a carta-confissão de Cândida
Cossa:
PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA
PROCURADORIA DA REPÚBLICA DA CIDADE DE MAPUTO
AUTO DE PERGUNTAS
Aos seis do mês de Janeiro de dois mil e três, nesta
Cidade de Maputo e no Gabinete do Digno Ministério Público, onde se encontram
os Excelentíssimos senhores Dr° Francisco João Ferro Cananda Procurador da
República da Cidade da 1ª o Ispector Santana o Agente Lazaro, comigo Sandra
Novele Escrivã dos Autos aqui compareceu voluntariamente a senhora Maria
Cândida Cossa. A quem o referido Magistrado passou a interrogar na ausência do
seu Advogado a quem ela prescindiu a sua presença nesta audição.
Relativamente a sua Identificação e antecedentes
criminais respondeu chamar-se Maria Cândida Cossa divorciada 36 anos de idade
filha de Luís Cossa e de Celeste Manhiça, natural de Inhambane Empresária de
profissão e residente na Av. Salvador Allende n°147 2° andar flet.6 nesta
Cidade.
Respondeu que veio alterar as suas declarações prestadas
durante o julgamento do Carlos Cardoso e as declarações prestadas na audição do
processo em Instrução Preparatória n°1049/02 porque diz que omitiu algumas
declarações contra sua livre vontade porque foi forçada a ir mentir em Tribunal
por Nyimpine e Maló.
Disse que no dia 06 de Dezembro de 2002 foi depor em
Tribunal nojulgamento do Carlos Cardoso e houve interrupção, tendo ido a casa e
quando la chegou começou a receber ameaças via telefone. Desligou seu telefone
tendo ido descansar. Despertou cerca das 20:15horas e ligou o seu telefone para
ver se tinha quaisquer mensagens ou chamada. Contactou uma mensagem emitida
pelo número 082-312447 pertencente a Stela irmã do Nanai Pateguana que dizia
que ela (Cândida) devia ir falar com Nanai. Momentos depois ouviu a campainha
da sua casa a tocar e quando foi abrir a porta viu Stella e esta disse-lhe que
Nanai pretendia falar com ela com urgência e as duas seguiram no carro da
Stella mas, durante a constatou que não se dirigiram a casa do Nanai mas sim ao
palácio presidencial onde vive Nyimpini.
Saíram do carro e chegado ao quintal foram recebidos pelo
Nanai que por sua vez disse que quem pretendia falar com a Cândida era Nyimpini
e Maló mas como as relações entre a Cândida, Maló e Nyimpini não estavam boas,
estes últimos pediram ao Nanai e a Stella que intermediassem.
No palácio Nyimpini e Maló pediram a Cândida Cossa que
fosse assumir em Tribunal os cheques apresentados por Nini. Perante tal
situação disse-lhes que não adiantava porque estava sendo ameaçada por
estranhos em conexão com os cheques Nuimpini e Maló pediram a Cândida que
dissesse em Tribunal que nunca houve negócio directo entre a Expresso Tours e
Nini mas sim um negócio em que ela era intermediária das duas partes.
Respondeu a eles que não poderia assumir tal
responsabilidade mas que atenuaria a situação a sua maneira perante o Tribunal,
E assim ela disse em Tribunal que foi ela e Maló que levaram os cheques ao Nini
mas na verdade a Cândida não sabe nada dos cheques apresentados por Nini em
Tribunal e nem viu como aqueles foram parar a Nini bem como não sabe de que
negócio se tratava.
Disse apenas conhecer o cheque relacionado a
1.300.000.000.000, 00Mts (são: Um bilião e trezentos milhões de meticais),
cheque este relacionado com a compra de viaturas na África do Sul e que a
Expresso Tours teria passado a Nini tendo Nini adiantado o valor. O pagamento
seria feito através de quatro chques três com valor faciais de
330.000.000.00Mts (São: trezentos e trinta milhões de Meticais) e outro de
300.000.000.00Mts (São: trezentos milhões de Meticais). Estes cheques foram
passados em Junho de 2000 e venciam em Agosto de 2000. Este negócio teve lugar
na Expresso Tours na presença de Nyimpini, Maló e Cândida e depois apareceu
Nini.
Disse que tem conhecimento de um outro cheque de
532.000.000.00Mts ou 562.000.000.00Mts cheque este relacionado ao pagamento de
uma parte de Bugget, este negócio ocorreu na África do Sul. este cheque foi
pedido pela Expresso ao Nini para poderem pagar a Cândida. Disse ter provas
desse negócio e poderia juntar a documentação relacionada a esse negócio.
Reiterou que os cheques apresentados por Nini em tribunal
não serem do seu conhecimento e nem sabe qual foi o negócio tratado entre a
Expresso e Nini e tomou conhecimento dos mesmos através dos jornais e em
tribunal quando Nini os apresentou. Procurou saber do Maló de que é que os
cheques se tratavam tendo este (Maló) respondido apenas que se tratava de
aluguer de viaturas.
Disse que no dia 6 de Dezembro de 2002 quando ia se
encontrava no palácio presidencial e após ter negado perante Nyimpini assumir
os cheques presentes em tribunal por Nini, Nyimpini pegou no seu telemóvel
contrato, discou para o Ministério do Interior tendo o dito que ligaria de novo
a partir do giro e desligou o telefone. De imediato pegou no giro e ligou mais
uma vez para o Ministério do Interior tendo pedido aquele homens para
protegerem a Cândida.
No dias seguinte apareceram em sua casa polícias
chefiados por dois Directores das operações que ligaram para ela usando os
números 082-310767e 082-315243 cujos os nomes não conhece e dissera-lhe que
receberam ordens para lhe proteger. No mesmo dia recebeu ordens do comandante
geral da polícia no sentido de não sair de casa nem receber ninguém. Esta ordem
foi posterior a ameaça que sofrera de desconhecidos.
 
Em relação as mensagens que fez referência emitidos por
Stella disse que as anteriores já não as tem, tendo apenas as mensagens
recebidas no dia16 de Dezembro de 2002 cujo o teor é seguinte: 1ª mensagem:
Eles estão a pedir para se encontrarem agora as15:00 Horas, dizem que tem um
outro compromisso as 15:30 horas.
2ª mensagem: o encontro ficou marcado para hoje na
Expresso Tours, eles pedem para não atrasar. A este encontro ela não se dirigiu
por ser aconselhada pelo seu Advogado. Nyimpini não queria que ela se fizesse
acompanhar do seu Advogado.
Disse também que os seus filhos que se encontram em
Portugal estavam a correr perigo. Esta informação teve a partir da pessoa que
cuida dos menores e esta acrescentou que o sogro do Advogado do Nini, de nome
Fabião está a investigar a sua vida em Portugal.
E mais não respondeu lidas achou conforme ratifica e vai
assinar.
Para constar se lavrou o presente auto que lido vai ser
devidamente assinado.
MARIA CANDIDA COSSA
 

Jacinto G. Manusse

É um Empreendedor e Consultor de Marketing Digital que dedica a sua vida à produção e partilha de conteúdos de grande qualidade, contando já com alguns dos mais reconhecidos blogs em Moçambique.

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