Nini Satar ataca Canal de Moçambique

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Nini Satar ataca Canal de Moçambique

O empresário Moçambicano Momade Assife Abdul Satar‎   usou a sua conta oficial de facebook para  escrever um longo post na sua página de Facebook, onde teceu fortes críticas ao jornal Canal de Moçambique “Canal Moz”,   Confira o post de Nini Satar abaixo

 

Nini, Nini, Nini… fonte de rendimento do “Canal de Moçambique”

Disse no meu post de ontem que o jornal “Canal de Moçambique”, o tal do sensacionalismo barato como todos sabem, haveria de falar hoje de mim. Efectivamente, tem uma notícia sobre mim na página quatro. Já disse muitas vezes que se este jornal ficar um mês sem escrever nada sobre Nini Satar, corre riscos de decretar insolvência (falência). Sei que eles têm raiva de mim porque sou o único que lhes desmascara publicamente.

Vamos às idiotices do “Canal de Moçambique”. Efectivamente, o assassinato esta segunda-feira do Procurador Marcelino Vilanculo tem sido tema de debate tanto nas redes sociais ou noutros lugares. Nada mau. O mau nisso tudo é o jornal “Canal de Moçambique” demonstrar uma burrice de bradar aos céus quando trata de determinados assuntos quentes.

Eu não sou jornalista mas posso aqui dar uma aula de jornalismo aos idiotas do “Canal de Moçambique”. Antes de relacionar o meu sobrinho Danish Satar , ou qualquer membro da família Satar, ao assassinato de Marcelino Vilanculo deviam procurar saber quantos processos ele tinha em mãos.

Não é possível que só tivesse o processo de Danish Satar em mãos. Tinha vários e, já agora, vos vou ajudar a mencionar alguns: tráfico de cornos de rinocerontes, tráfico de drogas, branqueamento de capitais, tráfico de albinos, tráfico de órgãos humanos e raptos. Como pode-se ver, qualquer pessoa ligada a um desses processos poderia ter mandado assassinar Marcelino Vilanculo.

Olhar unicamente para Danish Satar como culpado, é prestar um péssimo serviço público. Talvez o “Canal de Moçambique” faça isto em cumprimento de agendas ocultas, porque de jornalismo o que faz não tem nada.

Ademais, há que primeiro olhar para o motivo. A pergunta é: teria Danish Satar motivos para mandar assassinar Marcelino Vilanculo? A resposta é não. Danish Satar, como o próprio “Canal de Moçambique” escreve, está detido desde 27 de Outubro de 2015. Hoje, quarta-feira, estamos a 13 de Abril de 2016 e o Ministério Público ainda não apresentou nenhuma acusação contra Danish Satar. Então, pergunto eu: interessava em quê mandar assassinar Marcelino Vilanculo?

Por outro lado, na Lei moçambicana a prisão preventiva dura até 90 dias. Danish tem mais que 90 dias em prisão preventiva sem nenhuma acusação formal. O certo, se estivéssemos num verdadeiro Estado de Direito, era libertá-lo imediata e incondicionalmente. E vai mais uma pergunta: é mandando, como insinua o “Canal de Moçambique”, matar o Procurador Marcelino Vilanculo que será liberto? É preciso ser um filho da puta para pensar como pensam os jornalistas do “Canal de Moçambique”. É preciso ter uma mãe que lhe não revelou quem é o seu verdadeiro pai para escrever idiotices como escreve o Matias Guente e a sua escumalha.

Ora, que me expliquem agora. Passam cinco meses desde que Danish Satar ficou detido e o processo em que tem de responder chama-se processo autónomo. O que leva o Ministério Público a demorar tanto para encontrar matéria que incrimine Danish Satar se estamos perante um processo autónomo? E o “Canal de Moçambique” nunca pensou nisso? Raiva de mim admito que possam ter, mas dai vender o jornal com boatos é um péssimo exemplo. No meu vaticínio, este jornal não terá tanto tempo de vida porque só escreve mentiras.

Com as mentiras que o “Canal de Moçambique” escreveu sobre Danish Satar até acabou prestando um favor aos verdadeiros assassinos de Marcelino Vilanculo. Todo o mundo agora vai se concentrar em Danish e os verdadeiros culpados vão ser postos de lado. Não é motivo para eles festejarem com champanhe? Uma burrice, como a dos jornalistas do “Canal de Moçambique”, é vergonhosa. São sem dúvidas uns filhos da puta!

E também não faz sentido relacionar a carta que eu dirigi à Procuradora-geral da República ao assassinato de Marcelino Vilanculo. A minha carta é de Março e fi-la com conhecimento dos demais órgãos de soberania nacional. Que burro seria eu de deixar uma pista como esta enquanto tenho planos de mandar assassinar o Procurador?

Não é a primeira vez que dirijo uma carta à Procuradora-geral da República. Até já fiz isso com os seus antecessores porque eu não me calo perante uma injustiça. Aliás, é deste modo que exerço o meu dever de cidadania. Tudo o que me dói denuncio escrevendo e não ando ai a tiros, como muitos pretendem insinuar. Isso é burrice sem tamanho.

Ademais, já provei com A+B que tenho dinheiro para sustentar mais três gerações minhas. Sou um empresário de sucesso e não vejo o que as migalhas dos raptos iriam acrescentar à minha fortuna.

PS: Se o “Canal de Moçambique” não existisse para atender agendas ocultas, estaria, até aqui, a fazer pressão a quem de direito para que se esclareça o assassinato do jornalista Paulo Machava. Era da vossa classe. Devia ser do vosso interesse saber quem afinal o assassinou. Mas andam atrás de coisas mesquinhas só para poderem ter o que comer. Tem que ter orgulho e auto-estima e isso espalhar-se-á no trabalho que forem desenvolvendo diariamente. Vão escrever mentiras até quando? Boateiros.

Nini Satar

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Jacinto G. Manusse

É um Empreendedor e Consultor de Marketing Digital que dedica a sua vida à produção e partilha de conteúdos de grande qualidade, contando já com alguns dos mais reconhecidos blogs em Moçambique.

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